Breves Encontros

Dia 23 de setembro tem o Breve Festival, e o GUAJA vai ser sede dos Breves Encontros, mesas de debate sobre a música que vão ocorrer às terças-feiras:

Mas, afinal, o que é música boa?

05 set
19h30

Embora a sabedoria popular alerte que algumas coisas não se deve discutir, o debate sobre o que é “boa música” está em todo o lugar. Seja no bar, seja no textão de facebook, há quem relativize tudo, mas há também quem tente estabelecer critérios para avaliar qualidade em música: técnica, composição, arranjo, produção, mensagem, funcionalidade, atitude, marketing, investimento, capacidade de resistir ao tempo… E diante de toda polêmica, a pergunta perdura: mas, afinal, o que é música boa?

debatedores: Pedro Sampaio, Kiko Klaus, Kristoff Silva e Kdu dos Anjos

Grátis!

Festivais: o aqui e o agora

12 set
19h30

Há quem diga que fazer shows não é só a melhor forma de tornar a sua música conhecida, mas também é o caminho principal de sustentabilidade de qualquer artista hoje em dia. Nesse cenário, os festivais tem papel fundamental na difusão da música produzida aqui e agora. Mas o que um artista pode fazer para figurar nos line-ups? Como se dão os processos de escolha pelos curadores? É a capacidade do artista de atrair público? É o gosto do curador? É o alinhamento do artista com o conceito do Festival? É a representatividade do artista numa cena? É tudo isso e mais um pouco ou nada disso?

debatedores: Victor Diniz; LaBaq; Maurilio Kuru Lima; Marah Costa.

Grátis!

Distribuição Musical: entre o analógico ao digital

19 set
19h30

Ok. Produzir música ficou mais acessível e distribuí-la também. Em tese, a música feita agora num estúdio caseiro e com qualidade de produção antes inimaginável, pode chegar com poucos cliques na casa de qualquer pessoa mundo afora. Lindo. Mas nesse infinito de produções disponíveis, o que faz alguém clicar numa dada música e não em outra? Como o artista pode se destacar? E a distribuição digital dá dinheiro para artista? E se distribuição digital é o caminho, o que explica a volta do vinil e de outros formatos tradicionais?

debatedores: Thiago Delegado; Eugênio de Castro; Edu Pampani; Luiz Valente

Grátis!


Fotografias dos produtos — Workshop de Fabricação Digital

Você vai receber:

3 fotos de um produto, em ângulos variados, em fundo de estúdio;

R$ 40,00

Casacor 2017

ter

qua

qui

sex

sáb

dom

12

Exposição Fachada Frontal

13

Exposição Fachada Frontal

18

19h30

Casacor & Conversa
Pedro Ariel – KAZZA

30

DIA INTEIRO

Exposição – ARTESACRA


GUAJA Sapucaí

o GUAJA Sapucaí

Nas cinco semanas entre 12 de agosto e 17 de setembro, o GUAJA ocupará um grande galpão localizado no último andar do edificio onde funcionou a extinta sede da Rede Ferroviária Federal, na Rua Sapucaí, que está diretamente associada à criação de Belo Horizonte. O edifício integra o Conjunto Arquitetônico da Praça da Estação e abre suas portas ao público depois de mais de uma década fechado. A esse espaço temporário demos o nome de GUAJA Sapucaí.

A abertura e ocupação dessa memória se fazem possíveis pela CASACOR, mostra da qual o GUAJA será responsável pela programação de conteúdo. Além de abrigar a programação cultural da casa, o GUAJA Sapucaí será também um espaço de trabalho e experiências colaborativas.

Aqui, o tempo deixa de concordar com a permanência e se relaciona com a efemeridade. Em eterna mudança por intervenções constantes de autores que não cansam de chegar. Um modelo mais radical que toma forma: mais experimental numa arquitetura menos determinante, tendo a autoria de concepção do espaço diluída entre mais de 50 profissionais e estudantes dos campos de arquitetura e design, participantes dos workshops de fabricação digital e responsáveis pelo mobiliário que habita o sótão do casarão. Ao redimensionarem seu protagonismo, os arquitetos do GUAJA Sapucaí passam a motivadores de construções processuais em que o campo de atuação não é mais a exposição, mas ações subjetivas e coletivas que ensaiam vivências.

Além dos workshops que aconteceram em julho, o GUAJA Sapucaí promoverá durante as cinco semanas a série de conversas Arquitetura para não arquitetos. Por último e não menos importante, cuidaremos das Sessões de HappyHour com Cinema, onde serão exibidos três filmes seguidos de conversas abertas.

trabalhe no casarão

Durante a CASACOR, o casarão pode ser seu local de trabalho. As diárias ou o passaporte dão acesso ao espaço de coworking no GUAJA Sapucaí — equipado com mobiliário, wi-fi e tomadas — e à visitação de todos os ambientes da mostra.

A diária equivale a um dia de visita e uso do espaço; o passaporte dá acesso ao coworking durante as cinco semanas.

horário de funcionamento CASACOR 2017

terça – sexta: 15h às 22h
sábado: 13h às 22h
domingo: 13h às 19h
R. Sapucaí, 383 – Floresta

arquitetura para

não arquitetos

Uma série de painéis discute o assunto mais importante na vida: as pessoas.

“Um dia comum numa rua comum. Pedestres passam nas calçadas, crianças brincam perto das portas de casa, pessoas sentam em bancos e degraus, o carteiro entrega a correspondência, dois conhecidos, ao se cruzarem, se cumprimentam no passeio, dois mecânicos consertam um carro, grupos participam de conversas. Essa variedade de atividades é influenciada por uma série de condições. O ambiente físico, construído, é um fator: ele influencia as atividades em graus variados e de muitas maneiras diferentes. Num bom ambiente, um amplo espectro de atividades humanas é possível.”
A vida entre edificíos – Jan Gehl

Cinco encontros para compartilhar o complexo de influências que o espaço construído pode ter no cotidiano, relações e estilo de vida de todos nós.

Sua inscrição garante acesso à visitação de todos os ambientes do casarão. É seu ingresso de entrada na CASACOR.

próximos painéis

15
set

19h30

Por que construímos prédios de vidro?

“O vidro ainda é uma fórmula bem sucedida para museus e empresas, cidades e Estados, sem dúvida para qualquer entidade corporativa que queira ser percebida, mediante um ícone instantâneo, como participante global. As tecnologias modernas serviriam para conceber novos tipos de espaços abertos e sociais, mas passaram a ser fonte de poder icônico dos edifícios.
Qual é a relação entre seu poder cívico e seu poder icônico? Atualmente, e com frequência, espera-se dos edifícios icônicos que representem a esfera cívica, e as vezes o efeito acaba sendo o de remover qualquer resíduo desse âmbito, como se a promoção de imagens fosse tudo o que os cidadãos pudessem esperar dos projetistas de hoje.”

Conversa sobre paisagem urbana, geometria resultante da lei, mercado imobiliario e conforto ambiental.

Martin Corullon

Arquiteto e Urbanista USP,
Fundador do escritório METRO ARQUITETOS ASSOCIADOS

Carlos Alberto Maciel

Arquiteto e Urbanista – UFMG
Arquitetos Associados
Escola Central

Camila Zyngier

Pesquisadora de gestão da paisagem urbana – UFMG
Profa. Dra. Izabela Hendrix

já aconteceram

23
ago

19h30

BH precisa de metrô?

Quais são as opções de deslocamento pela cidade? O que os meios que você escolhe para ir e vir dizem sobre sua relação com os espaços e as pessoas? De que forma poderíamos ir além?

“Mikael Colville-Anderson – autor do blog ‘Copenhagenize’ descreve Copenhagen como uma cidade em que os nomes das ruas são praticamente irrelevantes para a vida que nelas se desenrola. Numa cidade em que 71% da população não dispõe de um automóvel, pedestres e ciclistas costumam se orientar não por nomes, mas por referências espaciais.”
Devagar: crianças – Fernanda Regaldo

De que forma noções sobre ‘a padaria com os banquinhos’, ‘a esquina do moço que conserta cadeiras’, e ‘o quarteirão do carrinho de biscoito’ se relacionam com suas possibilidades de relações, estímulos e lazer? É no exercício do deslocamento a pé, em escala e velocidade humana, que as ruas deixam de ser abstração para se tornar algo concreto e vivido.

– Conversa sobre mobilidade urbana e como nossos meios de deslocamento pela cidade estão conectados aos espaços públicos, de cotidiano, de lazer e de ócio.

Roberto Andrés

Arquiteto e Urbanista – UFMG,
Piseagrama

Eveline Trevisan

Arquiteta e Urbanista
Superintendente de Projetos e Transportes na BHTRANS

Mateus Silveira

Designer da FCA—Fiat
Responsável pelo projeto “O Futuro das Cidades”

29
ago

19h30

Onde você vai morar em 2050?

“Bem vindo ao ano de 2050. Bem vindo à minha cidade, ou eu devo dizer, à nossa cidade? Eu não possuo nada. Eu não tenho carro, não tenho casa, não tenho nenhum utensílio, roupa ou sequer privacidade. E viver nunca foi tão bom.”
Num mundo onde a experiência supera a posse e o consumismo, como será a cidade do futuro?

– Conversa sobre as vidas cada vez mais nômades e minimalistas, as cidades cada vez mais dinâmicas, e a arquitetura indeterminista e híbrida.

Facundo Guerra

Doutor em Ciências Políticas – PUC
Fundador do Grupo Vegas

Fernando Maculan

Arquiteto e Urbanista,
MACh Arquitetos,
Escola Central

Carlos Teixeira

Mestre em Urbanismo pela AA, London
Fundador do Vazio S/A

Ana Paula Baltazar

PhD pela Bartlett School of Architecture, UC London
LAGEAR UFMG – Laboratório Gráfico para Experimentação Arquitetônica

05
set

19h30

Como a arquitetura preservada pode continuar viva e ainda assim evoluir?

“Hoje, mais de 12% do território global é preservado, e mais um percentual significativo está em processo de tombamento cultural, histórico, de memória, do passado. O que será das gerações futuras? Qual a margem para que elas se reinventem se estão condenadas a manter e preservar uma parcela tão relevante do planeta?
A preservação e a modernidade não são opostas. De fato, a intervenção foi ‘inventada’ como parte de um fundamento da inovação moderna. Precisaríamos agora de um novo sistema de mediação entre preservação e desenvolvimento? Ou ainda criar uma teoria inversa: o que não manter, do que desistir, o que apagar e abandonar.”

– Conversa sobre preservação, memória, tombamento (material, cultural), turismo, intervenção em patrimônio histórico, recursos, e cidades contemporâneas.

Sylvio Podestá

Arquiteto e Urbanista – UFMG
Sócio–diretor da AP Cultural

Bruno Campos

Arquiteto e Urbanista – UFMG
M.A na AA London
BCMF

Flavio Carsalade

Arquiteto e Urbanista – UFMG
Ex-presidente do IEPHA

12
set

19h30

Quando é arte, quando é arquitetura?

“Que relação a arte e arquitetura contemporâneas guardam com uma cultura mais ampla que valoriza a intensidade da experiência?”
prefácio – Complexo Arte–Arquitetura, Guilherme Wisnik

O trabalho de arte hoje está subordinado a um novo tipo de experiência: a hiperrealidade arquitetônica do museu que, ou extrapola sua promessa de abrigo do trabalho artistico e rouba a cena, ou se mantém neutra, num cubo branco, a ponto de ser heterotópica. Se admitimos que ansiamos por momentos de encontros com a arte, que espaço é esse? Qual é a arquitetura que melhor conversa e se compromete com a experiência artística do participante ou espectador?

– Conversa sobre arquitetura, arte, cultura, museus, projetos expograficos, sitespecific, pavilhões.

Maria Eugênia Salcedo

Pós-graduada em Arte e Contemporaneidade – UFMG
Diretora artística — Inhotim

Paula Zasnicoff

Arquiteta e Urbanista (FAU–USP)
Arquitetos Associados
Escola Central

Fabíola Moulin
Mestre em Arquitetura e Urbanismo (FAU–USP)
Artista Visual
Pesquisadora e curadora independente


GUAJA Sapucaí: seja um dos autores deste projeto

Projete, produza e leve para casa a sua criação após a CASACOR Minas!

09h — 13h

horário

6 × R$ 92.08

primeiro lote
(com juros)


GUAJA SAPUCAÍ

Rua Sapucaí 383

12h

carga horária

20 participantes

máximo

"É necessário saber manipular algum software que trabalhe com desenho vetorizado, como AutoCAD, Illustrator ou Corel Draw".

turmas

Selecione a turma que preferir no menu abaixo:

Limpar
Limpar
ao me inscrever, confirmo que tenho mais de 18 anos de idade.

Esgotaram as vagas ou não vai poder participar desta vez? Inscreva-se em nossa lista de espera e vamos entrar em contato assim que novas turmas forem lançadas!

A CASACOR Minas 2017

Em 2017, a CASACOR Minas volta à área central de Belo Horizonte para uma de suas maiores edições desde que chegou à cidade, há 23 anos. Maior mostra de arquitetura, design de interiores e paisagismo das Américas, a CASACOR reúne renomados profissionais todos os anos. Segue antenada aos movimentos urbanos contemporâneos e propõe um novo olhar sobre a cidade e sobre a forma como ela vem sendo percebida e experienciada por seus moradores.

Este ano, a mostra recebe o tema “Essencial” e acontecerá entre os dias 12 de agosto e 17 de setembro. Ocupará um importante edifício integrante do Conjunto Arquitetônico da Praça da Estação, região marcada pela forte efervescência urbana, cultural, política e gastronômica da cidade. O local funcionou como sede da extinta Rede Ferroviária Federal S/A (RFFSA) e está diretamente associado à criação de Belo Horizonte. Nos últimos anos, o edifício vem passando por um processo de restauração, sob a supervisão do IPHAN, para abrigar futuramente as instalações do Museu Ferroviário.

O GUAJA Sapucaí

A CASACOR convidou o GUAJA para ocupar um grande galpão de 420m² localizado no último andar do edifício. A esse espaço temporário demos o nome de GUAJA Sapucaí.

Além de abrigar a programação cultural da casa, o GUAJA Sapucaí será também um espaço de trabalho e experiências colaborativas. A curadoria da programação, que envolve uma série de eventos voltados para as áreas de arquitetura, design e criatividade, também ficará por conta do GUAJA. Para a concepção do espaço, os arquitetos Lucas Durães e Sarah Kubitschek, convidaram outros três profissionais: Gabriel Nardelli, Marcos Franchini e Pedro Haruf.

O Processo de Arquitetura

Definitivamente há um futuro baseado no compartilhamento, e nós do GUAJA acreditamos que o essencial nessa nova era é conectar pessoas e criar mecanismos para formar comunidades.

Ao subir para o ultimo andar do edifício da Rua Sapucaí, o visitante-espectador deixará seu posto de passivo para se transformar em participante ativo. Os arquitetos do GUAJA Sapucaí redimensionam seu protagonismo e passam a motivadores de construções processuais e coletivas. Os espectadores — habituados a se satisfazerem com experiências críticas e estéticas próprias de uma plateia — são convidados a intervir, exercitando a imaginação, ampliando a consciência, liberando seus fantasmas, renovando suas sensibilidades, vivenciando experiências físicas, fazendo-se artistas também.

O campo de ação não é mais a exposição, mas ações subjetivas e coletivas que ensaiam vivências sociais. Aqui, o tempo deixa de concordar com a permanência e se relaciona com a efemeridade. Em eterna mudança por intervenções constantes de autores que não cansam de chegar. Um modelo mais radical que torna forma: mais experimental numa arquitetura menos determinante que oferece maior conexão social através de uma programação cultural que fecunda o cotidiano da cidade.

Ao invés de um projeto de arquitetura, os arquitetos do GUAJA imaginaram um processo não-determinista que busca diluir a autoria da concepção do espaço com mais 100 profissionais e estudantes dos campos de arquitetura e design.

Assim, o GUAJA Sapucaí será um verdadeiro laboratório efêmero que reunirá todas as condições para que os processos de discussão e construção do espaço possam acontecer em sua integralidade.

O Laboratório Efêmero

Além de participarem do processo de concepção do espaço, os participantes também fabricarão todos os elementos necessários à ocupação do GUAJA Sapucaí. Em parceria com a Fábrica Jangada, vamos manter uma máquina de corte CNC (computer numerical control) durante todo o período de funcionamento da CASACOR, transformando nosso espaço em um makerspace.

Antes da inauguração da CASACOR, promoveremos 5 workshops de fabricação digital comandados por Denis Fuzii, Rafael Cordeiro e pelos arquitetos do GUAJA.

O workshop

Na era do compartilhamento de informações e da chegada da fabricação digital, surge um movimento gigantesco capaz de transformar o modo de produção, descentralizando-o das grandes indústrias. O MOVIMENTO MAKER ultrapassa fronteiras, cria um novo modelo de cadeias produtivas e interações comerciais, gerando empregos e aquecendo a economia local.
Sem impostos de importação e exportação, sem transporte marítimo ou aéreo, sem fretes de longas distância, o movimento aquece a economia local e torna o mercado de mobiliário mais acessível a todos.

No workshop você vai viver 3 dias de muita mão na massa, projetando e desenvolvendo uma peça de mobiliário para ser cortada na CNC Router. No fim da mostra, você a leva para casa!

Aula 1
Ultrapassando Fronteiras

Iniciaremos com uma breve introdução ao Movimento Maker. Quais são as novas formas de trabalho, comunicação e comportamento no mundo da arquitetura e design? Falaremos sobre encaixes, novas tecnologias de corte e reprodução 3D. Cases como Opendesk, Studio DLux, Mono e 3DHUB, além do funcionamento de uma CNC Router e como nos comunicamos com ela.

Aula 2
Hands on — Projeto

É hoje que começa a diversão! Aqui vocês aprenderão na prática sobre sistemas de fixação, cortes, tipos de materiais, fresas, espessuras.
Vamos fazer um brainstorm usando o raciocínio criativo no processo de projeção de um móvel. O projeto e desenvolvimento do objeto é conduzido por Denis Fuzii. Cada participante terá uma chapa de compensado de 90×120cm para soltar a criatividade!

Aula 3
Hands on — Execução

É aqui que acontece a mágica da fabricação digital. A partir do arquivo gerado no dia anterior, a CNC Router vai cortar a chapa e transforma-la no móvel. Não é demais? Seguimos acompanhando e finalizando os arquivos de cada participante. Depois dos arquivos finalizados, cada participante agendará um horário para o corte do seu mobiliário diretamente com o maker local. Todo o material e as horas da CNC estão incluídos no valor do workshop!

Conheça os
professores

Observações

Leia atentamente os Termos & Condições antes de se registrar!


use como quiser, aproveite tudo.

O ticket é a moeda do GUAJA: com ele você pode passar uma diária no Café-Coworking e aproveitar tudo, da primeira leva de pães de queijo feitas pela Juju e recém saída do forno ao momento mágico que é a transição para o bar. Se o negócio é privacidade para apresentar aquele projeto especial para um cliente importante, discutir o futuro da humanidade ou dar uma pequena palestra, a sala Vogel está à disposição a preços especiais baseados em nossa moeda. Comprando dez ou mais tickets você paga o preço de quem já é de casa!

R$ 52,00

É só chegar chegando, fazer seu check-in e se acomodar onde mais te apetecer: no bochicho do Café, na liberdade do Convés, ou no frescor e no silêncio do Vandário, do Bunker ou do Coworking Bortolini.

Privacidade e conforto

A Sala Vogel é o espaço perfeito para sua reunião profissional de até 12 pessoas.

 EQUIPAMENTOS

  • TV 55′ Full HD com entrada HDMI
  • Flipchart
  • Ar Condicionado
  • Wi-Fi
  • Hostess
  • Café e Água

CAPACIDADE

Até 12 pessoas

ÁREA

18 m²

1 ticket/hora

até 6 pessoas

2 tickets/hora

de 7 a 12 pessoas

Seja de casa

Comprando um pacote de ticket (contém 10 unidades) você paga um preço especial, com 25% de desconto!

A partir de: R$ 390,00 R$ 520,00


Brunch

Todo sábado

10—14h

horário

GUAJA

Afonso Pena 2881

De vez em quando alguém surge com uma ideia simples, mas que muda a nossa vida. Foi assim com o abridor de garrafa, o protetor solar à prova d’água e o pau de selfie. E com o brunch, claro, que resolve um outro tipo de problema.

Sabe quando você tá com fome, mas é muito cedo pra almoçar e muito tarde pra tomar café? A gente sabe bem, por isso estamos trazendo a solução para o GUAJA: todo sábado acontece o Brunch no GUAJA, uma refeição que é o meio termo perfeito entre o café da manhã (breakfast) e o almoço (lunch). Queremos acabar de vez com a dúvida do que comer durante o horário nebuloso de 10h às 14h no fim de semana. Vamos aproveitar o clima gostoso da Av. Afonso Pena aos sábados e a atmosfera tranquila do GUAJA para descansar da correria da semana em grande estilo.

São várias opções de prato para agradar a todos. Escolha a que mais te agrada e venha pro brunch mais gostoso de BH!

Menu

GO VEGGIE
Bacon >> shimeji na manteiga
Salsicha ou linguiça >> pimentões agridoces

BROOKLYN — R$ 24
Panquecas com calda de mirtilo e syrup, ovos mexidos, bacon.


MANHATTAN — R$ 26
Grilled Cheese de brioche, ovos mexidos, salsicha artesanal alemã, tomate assado com ervas.


PORT RICHMOND — R$ 26
Tortilla, guacamole, ovos, linguiça calabresa, sour cream e chutney de tomate da casa.


QUEENS — R$ 27
Torta de maçã, omelete de banana, panquecas com syrup e bacon.


MEATPACKING — R$ 28
Tostada de brioche, cheddar cremoso, bacon crocante, ovos mexidos, cebola caramelizada e salsicha artesanal alemã.