Oficina de Criação Literária com Fabrício Carpinejar

19h — 22h30

horário


GUAJA

Afonso Pena 2881

50 participantes

máximo


R$ 430,00

Esgotaram as vagas ou não vai poder participar desta vez? Inscreva-se em nossa lista de espera e vamos entrar em contato assim que novas turmas forem lançadas!

A poesia está nos quadrinhos, na Bíblia, no rock, na bula do remédio, na etiqueta do sutiã. Não há como viver sem poesia. Ficamos incomunicáveis. Ela é um atalho da linguagem. Uma simplicidade comunicativa. Foi estigmatizada de difícil, de complicada, de inacessível, mas é o contrário: facilita o entendimento. No futebol, o narrador morreria descrevendo um jogo. Ai, eu disse “morreria”, desculpa, foi um exagero poético. É uma figura para dizer que ela se cansaria. A poesia exagera ou diminui, para chegar perto da adrenalina do momento. Morreria é uma sensação de ultrapassar os limites. Não é morrer de verdade, morrer literal. Quando digo que minha mulher me levou aos céus depois de um beijo, eu não fui ao céu e voltei. É a impressão de vertigem do amor. No instante em que Pablo Neruda, poeta chileno Nobel de Literatura, coloca que o cheiro da barbearia lhe faz chorar aos gritos não é para levar a sentença ao pé da letra: ele confessa seu medo da navalha e da tesoura.

Como é a oficina?

De maneira prática e surpreendente, a Oficina de criação literária pretende mostrar que a literatura mais acontece quando não pensamos que é literatura. Vamos capturar a espontaneidade da conversa e da lembrança.

O objetivo é conscientizar poetas e leitores da importância da brincadeira da linguagem, das inversões do ponto de vista e da alegria de ser o que também imaginamos. Precisamos exercitar a observação da realidade, disciplinar o senso crítico e esclarecer a experiência literária.

Qual será o programa?

Identificação ou intimidade. Nomear não é explicar. Falar de si como se fosse um outro – falar do outro como se fosse pessoal. Nadar: Respirar, mergulhar. O argumento do poema. O contra-senso. A história invisível e a surpresa. Os andaimes do verso. O espaço. A atmosfera. A voz do autor e a voz do poema. Contenção e densidade. Linhas narrativas na poesia. Cantar uma história contada. A metáfora e a montagem (o poema é um desenho animado). A oralidade e o ritmo. Persuasão e sedução. Diferenças entre a consciência do poema e a consciência do poeta.

Metodologia

Exercícios práticos como cartas, troca de sapatos, esvaziamento de bolsas, jogo da forca, lista de mercado, relação de objetos perdidos, para acentuar os movimentos de dedução e fantasia literária.

E quem vai ensinar tudo isso?

Caracterizado por Luis Fernando Verissimo como “usina de lirismo” ou dono de uma influente imaginação destacada por Millôr (“Vai, lê ele, devagar, decifra-o e ele te devora”), Fabrício Carpinejar chama atenção pela contundência e originalidade de suas opiniões.

Publicou quarenta livros entre poesia, crônicas, infanto-juvenis e reportagem, detentor de mais de 20 prêmios literários. Atua como comentarista do programa Encontro com Fátima Bernardes da Rede Globo e colunista dos jornais Zero Hora e Globo.

Durante dez anos, de 2001 a 2011, trabalhou na Unisinos, onde foi professor e coordenador de curso e idealizou as graduações de Formação de Produtores e Agentes Literários e Formação de Produtores e Músicos de Rock. Foi escolhido pela revista Época como uma das 27 personalidades mais influentes na internet. Seus guardanapos digitais são uma febre entre os internautas e as suas postagens ultrapassam mais de um milhão de leitores.

Coaching do amor ou mago das palavras, é uma das figuras mais solicitadas por empresas no país para falar sobre criatividade em ambientes de crise e adversidade. Já participou como palestrante de todas grandes feiras e festivais literários do país, como Jornada Literária de Passo Fundo e Festival Internacional de Paraty (RJ).

Observações

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Revolução da Empatia

16 de novembro

quinta-feira

A primeira rodada de cerveja é por nossa conta!

19h30 — 22h30

horário


GUAJA

Afonso Pena 2881

40 participantes

máximo


R$ 120,00

Esgotaram as vagas ou não vai poder participar desta vez? Inscreva-se em nossa lista de espera e vamos entrar em contato assim que novas turmas forem lançadas!

O que é a revolução da empatia?

A empatia é a capacidade inata de todo ser humano de se colocar no lugar do outro, enxergar o mundo pelos seus olhos e compartilhar seus sentimentos. Dar um mergulho no universo de outra pessoa, grupo ou personagem, compreender suas perspectivas e sentir “junto”.

O projeto “Revolução da Empatia” surgiu da necessidade de ampliarmos nossa visão sobre a empatia e compreendermos como ela também pode nos ajudar a transformar nossas relações, nossas empresas e a sociedade como um todo.

Como é o workshop?

O workshop Revolução da Empatia é uma experiência que busca ampliar a visão dos participantes sobre a empatia e sobre seu poder de transformar nossas relações, empresas e a sociedade como um todo.

Nosso objetivo é conversar (e praticar) sobre o que é empatia, qual a importância da empatia nas nossas relações, por que a empatia é uma das principais competências do futuro, de que forma ela se conecta com os grandes desafios da atualidade e o que as nossas relações e atitudes do dia a dia têm a ver com tudo isso.

Metodologia

Apresentação de novos conceitos, exercícios experienciais, ferramentas e atividades em grupo.

Por que participar?

Cada vez mais a empatia será reconhecida e cobrada como uma competência essencial. Venha conhecer mais sobre o tema e entender de que forma ela pode ser aplicada em seus projetos e na sua vida pessoal, despertando um novo olhar sobre suas relações e seu papel no mundo.

Quem deve fazer o workshop?

Qualquer pessoa afim de melhorar suas relações e construir um mundo mais colaborativo, sustentável e pacífico.

E quem vai ensinar tudo isso?

Tati Fukamati: “Sou uma apaixonada por empatia, sustentabilidade e inovação social.

Sou bióloga e neurocientista de formação, semeadora de transformações por profissão. Sou apaixonada por cachorros e pela praia, quase vegetariana e praticante de meditação.

Sou movida por amor e pela vontade de que todos sejam felizes. Há alguns anos, descobri o poder transformador e revolucionário da empatia. E por acreditar fortemente que a empatia pode nos ajudar a criar um mundo mais sustentável, colaborativo e pacífico, decidi transformar essa causa na razão de ser da minha carreira.

Trabalhei por mais de cinco anos na Amana-Key, empresa de consultoria e educação executiva fundada por Oscar Motomura. Lá coordenava projetos de sustentabilidade e cuidava de parcerias com instituições internacionais (Carta da Terra, UNESCO, AIESEC).

Hoje atuo de forma livre e autônoma, em diversos projetos diferentes. Criei a ‘Revolução da Empatia’ e sou integrante de redes que trabalham em prol da sustentabilidade e da inovação social. Novos projetos inovadores e transformadores definitivamente fazem meus olhos brilharem e nada me faz mais feliz do que estar conectada a pessoas incríveis.”

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Walter Benjamin: o caleidoscópio despedaçado

8 de novembro

quarta-feira

A primeira rodada de cerveja é por nossa conta!

19h30 — 22h30

horário


GUAJA

Afonso Pena 2881

50 participantes

máximo


R$ 69,00

Esgotaram as vagas ou não vai poder participar desta vez? Inscreva-se em nossa lista de espera e vamos entrar em contato assim que novas turmas forem lançadas!

O que vou aprender?

Walter Benjamin, filosofo judeu alemão do século passado, nos deixou pouco antes de suicidar-se em 1940 no confim entre a França e a Espanha, por medo que as autoridades locais o entregassem à Gestapo, um testamento: as Teses Sobre o Conceito de História não apenas constituem, conforme o próprio título sugere, uma reflexão de filosofia da história, mas um vade-mécum para a ação política transformadora durante um dos momentos mais sombrios da história mundial, quando a ascensão do fascismo e do nazismo parece irresistível e as forças do progresso irremediavelmente esmagadas.

Mas é exatamente este desconcerto por parte dos progressistas para com a vitória do fascismo que é, junto com a própria ideia de progresso que àquele desconcerto subjaz, a ser o alvo da crítica filosófica benjaminiana nas Teses: não é a barbárie a ser incrível, e sim é a própria ideia de “progresso” partilhada, naqueles anos, tanto pelos socialdemocratas quanto pelo comunismo ortodoxo soviético, segundo a qual o progresso seria um movimento incontrovertível e mecânico, ínsito no próprio gênero humano, a resultar aqui insustentável. Faz-se portanto urgente, para Benjamin, uma outra maneira de pensar a história: não mais como uma marcha retilínea e tampouco como uma brisa favorável aos designíos de um socialismo que se assentaria através de um longo e paciente trabalho dentro das instituições, tal como a concebia a consciência coletiva do movimento operário da década de Trinta, o qual enfraqueceu-se, ao ver do filosofo alemão, ao passo que achava de estar “com o vento em popa”. A história- esse é o cerne das Teses- é um objeto construído pela ação transformadora pelos sujeitos em luta e no lampejo de um instante, o instante mais instável e perigoso da própria luta. Uma luta travada no campo sempre aberto e reversível do choque entre um determinado momento passado e um determinado momento presente, da constituição de uma tradição: contra a tradição dos vencedores, os instantes de ruptura da ordem se configuram como fragmentos de uma possível tradição dos vencidos, dos oprimidos- e a catástrofe coincide exatamente com o repentino fechamento desses instantes críticos, ao qual sucede, implacável, a restauração da continuidade da dominação. Essa última, observa Benjamin, caso não seja interrupta, não passa de um caleidoscópio na mão de uma criança: para que a verdadeira história possa surgir é preciso despedaçar tal caleidoscópio.

Como será a aula?

A apresentação em objeto pretende ilustrar a gênese da crítica benjaminiana da ideia de progresso e complementarmente o seu original conceito de história como interrupção da continuidade em prol do surgimento instantâneo de uma sua configuração nova, inédita. Visamos esse objetivo através da leitura e do comentário de partes escolhidas da grande “mina” de materiais que depois confluíram nas Teses, a saber, o monumental trabalho sobre as Passagens de Paris (1927-1940), e das próprias Teses.

Quem pode participar?

Qualquer pessoa interessada à Filosofia Contemporânea e aos aspectos mais teóricos da pesquisa histórica/historiográfica.

E quem vai me ensinar tudo isso?

Graziano Mazzocchini é mestre em Filosofia pela Universidade de Bolonha, na Itália — e italiano nativo! — e atualmente doutorando em Filosofia Contemporânea pela UFMG, onde pesquisa sobre Michel Foucault e Walter Benjamin.

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Aquarela: Veladura Natural

10h — 18h

horário


GUAJA

Afonso Pena 2881

10 participantes

máximo


R$ 275,00

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O workshop Veladura Natural busca apresentar uma técnica diferente de aquarela. Inspirado pelas veladuras de Dürer, o artista busca ensinar a composição de claro e escuro através de sucessivas camadas que compõem volume e tridimensionalidade.

O curso se divide em três partes: Tons, Formas/Composição e Pintura.

Como vou aprender essa técnica?

A primeira parte consiste em, através de um exercício de observação, encontrar e listar tons, cores e misturas, definindo previamente as cores principais e o tom geral dos elementos.

A segunda parte consiste em brincar e organizar os elementos dispostos na mesa, encontrando uma composição interessante, tendo em conta luz e sombra, texturas e forma geral do desenho. Finalizando a composição, refazer o exercício 1.

Finalmente, a terceira fase. Definindo a cores principais, caminhar o passo a passo da técnica da veladura, estabelecendo um guia prático para que cada aluno possa repetir e aperfeiçoar a técnica em seu trabalho pessoal.

Programa completo:

  • Cor, tons e luz e sombra
  • Regras de composição
  • A lógica da aquarela
  • Quantidade de água importa?
  • Efeitos e truques
  • Estilos e artistas

Quem deve fazer esse workshop?

Qualquer pessoa que se interessar pelo universo da aquarela! Se você possuir noções básicas de desenho, melhor ainda 🙂

Quais materiais são necessários?

Cada participante deve portar pincéis de ponta redonda e achatados, godê, aquarela ou guache, papel de aquarela de sua preferência, trapo de pano.

Materiais de inspiração como folhas secas, folhas normais e flores de qualquer espécie.

E quem vai me ensinar tudo isso?

Luis Felipe Camargo, conhecido como Fepe, é um artista brasileiro residente em Madrid. Formado em Artes Plásticas pela UNESP em 2006, Felipe une o preciosismo da aquarela com um potente trabalho de ilustração, cheio de cor e formas misteriosas escondidas em seus retratos. Junto com seu background artístico e, tendo se especializado em Ilustração e Design de Superfície, Felipe mistura Moda, Ilustração Científica e Textile Design em peças únicas, ilustrando papel, tecido e mais. Seu trabalho tem uma identidade forte unida a uma técnica perfeccionista, versátil e capaz de se ajustar às mais diferentes propostas. Depois de haver colaborado com marcas, casas editoriais, designers de todo o mundo, hoje vive em Madrid, em busca de novas aventuras.

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Como sua comunicação afeta sua conta bancária

10h — 13h

horário


GUAJA

Afonso Pena 2881

45 participantes

máximo


R$ 50

primeiro lote (10 primeiros inscritos)

R$ 80

segundo lote

Limpar

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Você já reparou que a palavra COMUNICAÇÃO carrega em sua estrutura a junção das palavras COMUM + AÇÃO.

Para que sua fala provoque o impacto e a resposta esperados, é necessário que você identifique pontos similares que ajudam nesta aproximação com o ouvinte. Comunicar é uma das ações mais importantes para gerar valor nas nossas relações interpessoais, principalmente no trabalho, que, na maioria das vezes, é nossa fonte de realização pessoal e financeira.

Contudo, você já se perguntou:

Sou capaz de comunicar de forma clara e objetiva minhas escolhas? Será que a forma como me expresso tem gerado valor no mercado?

Vamos trabalhar nisso, vamos focar nos seus potenciais para solucionar e buscar os melhores resultados.

Nessa oficina, você vai aprender a se soltar para conseguir se comunicar de forma autêntica e confiante.

Conteúdo

Oficina de 3 horas que vai trabalhar

  • colaboração para gerar a comunicação
  • resiliência
  • testes, testes e testes até chegar ao produto final esperado

Metodologia

Por meio de técnicas e metodologias desenvolvidas por Sheylli Caleffi, em seus mais de 24 anos de carreira de atriz e 14 como diretora, ela vai criar um campo de abertura e conexão entre os participantes para destravar suas amarras e comunicar de forma autêntica sua expressão. Essas técnicas e ferramentas são únicas no mercado.

E quem vai ministrar essa experiência?

Sheylli Caleffi é designer de experiências, diretora artística e treinadora de Comunicação para eventos, palestras, apresentações, entrevistas e gestão de crise. Com 24 anos de carreira como atriz e 14 como diretora e preparadora, sua especialidade é treinar pessoas para apresentações ao vivo. Realizou mais de 300 eventos corporativos em parceria com Agências de Comunicação, responsabilizando-se por Roteiro, Gestão de Conteúdo e Direção Artística. Entre os principais clientes estão Redbull, J&J, Endeavor, Itaú, Kroton, Folha Uol Prêmio de Mídia, Santander, Bradesco, Nissan e Peugeot. Alguns clientes atendidos recentemente: Zendesk, Renault, Warner, Turner, Twitter, Havaianas e Kroton.

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origami simples e claro

30 de setembro

sábado

10h — 16h

horário

coffeebreak, brunch e material incluídos! :)

GUAJA

Afonso Pena 2881

10 participantes

máximo


R$ 197,00

<p class=ultimas>Últimas vagas!<br/>(restam 1)</p>

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O origami é uma arte milenar e tradicional que teve origem no Japão e significa, literalmente, dobrar papel. No princípio, a atividade era voltada apenas à nobreza, já que, na época, o papel era considerado um artigo de luxo e pouquíssimas pessoas tinham acesso a ele. Com o passar do tempo, a matéria-prima foi se popularizando e a arte do origami começou a fazer parte do currículo escolar japonês, onde era ensinado desde muito cedo para as crianças. As figuras representadas nas dobraduras têm importantes significados para a cultura nipônica.

A técnica foi difundida mundo afora. Usando apenas uma folha de papel, sem a necessidade de fazer recortes e usar cola, o origami utiliza um pequeno número de dobras diferentes, que podem ser combinadas de diferentes formas, permitindo resultados infinitos — desde os simples aos mais complexos.

O curso origami simples e claro vai desmistificar a arte do origami e abrir caminho para um mundo de possibilidades que surgem ao dobrar e desdobrar.

 

O que eu vou aprender?

  • Introdução ao mundo do origami
  • Variações da técnica — tesselation, kusudamas, wet foldind
  • Apresentação dos materiais
  • Referências
  • Simbologia
  • Introdução às dobras básicas
  • Prática guiada

 

E quem vai ministrar essa experiência?

Ana Luiza Canhestro, fundadora da Tênue Origamis. Há um tempo, Ana se apaixonou pelas infinitas possibilidades que o papel oferece através das dobraduras. Desde então,  transforma folhas de papel em delicados artigos de decoração. Há um ano, montou a Tênue Origamis com o desejo de expandir cada vez mais o conhecimento e o acesso a essa arte milenar que é o Origami.  Sua marca carrega, dos processos criativos e produtivos ao seu nome, os valores que lhe são essenciais: leveza, graciosidade e algo do que é efêmero, afinal cada peça é resultado de único confluir de sentimentos, materiais e energia.

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GUAJA Coworking Day 2017

VAI TER
FILMES

(com pipoca)

A Sala Vogel vai virar cinema: durante o dia, duas sessões irão acontecer! É só chegar chegando, se sentar, se servir de pipoca e voltar com energia e inspiração extra no trabalho. Dê uma olhadinha nos filmes escolhidos:

14h — 15h30
Frances Ha (2012)

Escrito por Noah Baumbach e Greta Gerwig — que também interpreta a personagem que dá nome ao filme! —, Frances Ha foi um dos longas mais elogiados pela crítica quando estreou. Abordando questões de amizade, independência e responsabilidades, é uma produção carismática e com temáticas muito atuais. Sem falar da linda direção de arte e trilha sonora!

16h — 18h
O Diabo Veste Prada (2006)

O longa que conta com Meryl Streep e Anne Hathaway já tem mais de 10 anos (!) e é uma das produções mais marcantes da última década. Retratando os bastidores de uma grande revista de moda, conta a história de uma jornalista sonhadora que consegue, lá, o emprego de sua vida. Vale a pena relembrar essa história!

VAI TER
JOGOS

(com prêmios)

O Vandário vai se transformar em uma sala de jogos, para dar um break no trabalho e um boost na diversão! Jogos clássicos de tabuleiro como War, Jogo Rápido e Perfil, e videogames vão garantir a diversão no nosso Coworking Day.

Vai ter milkshake

A cada vitória nos jogos, você ganha uma token rosa.

3 tokens rosa te dão direito a um Milkshake de Nutella. É pra se gabar da vitória (mas pode dar um golinho para os que não venceram também — afinal, a gente encoraja o milkshake compartilhado)!

VAI TER
COMIDA
GOSTOSA

Sem comida boa, não seria o GUAJA! Teremos lanchinhos especiais para deixar o dia ainda melhor. Além da pipoca para a sessão de cinema e os quitutes habituais da mesa de café, você também vai poder se empanturrar de:

  • Bolo de cenoura com cobertura de chocolate
  • Cachorro quente
  • e muito mais <3

VAI TER
VOCÊ

No Coworking Day, você trabalha de graça aqui no GUAJA!

Retire seu ticket gratuito e venha passar o dia com a gente 🙂 Eles são limitados, então não perca tempo.

Se as vagas esgotarem, não desanime: ao longo do dia, no stories do nosso instagram, vamos informar quando novos tickets forem liberados. Fique de olho!

Grátis!

<p class=ultimas>Últimas vagas!<br/>(restam 1)</p>


Escute seu cliente: como a empatia promove resultados

5 de setembro

terça-feira

A primeira rodada de cerveja é por nossa conta!

19h30 — 22h30

horário


GUAJA

Afonso Pena 2881

50 participantes

máximo


R$ 68,00

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Um dos grandes desafios enfrentados por empreendedores, comerciantes e consultores são as vendas de produtos ou soluções. Como conquistar, entender e transmitir credibilidade ao seu cliente?

Segundo o neurocientista António Damásio, em sua obra O Erro de Descartes, fatores emocionais interferem muito mais no processo decisório humano do que os fatores lógicos e racionais. Por isso, a primeira abordagem do setor comercial deve ser mais afetiva, para em seguida ser mais analítica e racional. Primeiro o vendedor se coloca a serviço para auxiliar o cliente a elaborar os afetos envolvidos, e em seguida o auxilia na busca por soluções.

Marketing e Vendas devem ser aliados no processo de entender como o desafio afeta em níveis racionais e emocionais as pessoas. E há uma prática que leva a maior aceitação e desejo de outras pessoas pelo seu produto: a empatia.

Do grego, pathos significa sentimento, paixão, ligação afetiva. Empatia é fazer o movimento ativo em direção ao sentimento e afeto provocado no outro. Isto é, estar no lugar no outro, enquanto este outro experiencia sentimentos, afetos e emoções. Colocar-se no lugar do cliente e entender verdadeiramente a questão pela perspectiva dele, dá ao vendedor a condição de analisar a questão de forma muito mais próxima da experiência do cliente. Assim, o cliente estará muito mais receptivo às sugestões e orientações fornecidas pelo vendedor.

A psicologia é uma excelente aliada para aplicar a empatia – e, portanto, para ter sucesso nas vendas. A palavra psicologia também vem do grego, e significa “estudo da alma”.

O que eu vou aprender?

  • O que é empatia e como exercitá-la com seus clientes e prospects;
  • Empatia, psicologia e neurociência – bases para compreensão;
  • Empatia aplicada ao marketing e às vendas;

Público-alvo

Profissionais dos setores de Marketing & Vendas; empreendedores; comerciantes; consultores e todas as pessoas que se relacionam com os clientes;

E quem vai ministrar essa experiência?

Marcos Faria e Raíssa Dias são psicólogos, fundadores da EIDEA Consultoria & Psicologia, uma empresa com foco na promoção de bem-estar e qualidade de vida no trabalho e formação e lideranças, cujo objetivo principal é levar os conhecimentos e técnicas da psicologia para dentro do mundo do trabalho e empreendedorismo, visando desenvolver o potencial das pessoas. Raíssa e Marcos têm experiência com psicologia clínica e organizacional, possuem cursos na área de Inbound Marketing e Sales, e trabalham com empreendedorismo desde 2012.

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ABRACOM Talks: um dedo de prosa sobre comunicação corporativa

01 de agosto

terça

08h — 9h30

horário


GUAJA

Afonso Pena 2881

35 participantes

máximo


R$ 20,00

Esgotado!

O que é:

Abracom Talks é uma iniciativa para criar uma nova oportunidade de compartilhamento de informações sobre comunicação corporativa. Um espaço para uma conversa sobre experiências e desafios vivenciados pelas organizações dos mais diversos portes e setores e também pelas agências de comunicação. Busca promover uma reflexão sobre teorias, práticas e tendências desse mercado.

O evento promovido pela Associação Brasileira das Agências de Comunicação (ABRACOM) visa promover uma reflexão sobre teorias, práticas e tendências desse mercado, de forma a proporcionar um ambiente e uma dinâmica participativos focados no diálogo e na interação entre convidados e participantes. Para tanto, o evento vai acontecer em formato de talk-show, com apresentações curtas sobre experiências e lições aprendidas, componentes teóricos, análise de cenários e um tempo maior dedicado à conversa.

O desafio da gestão das redes sociais em situações críticas

Este será o tema do primeiro encontro. Como plano de fundo, será abordado o relato da experiência da mineradora Samarco, sob a óptica da empresa e de agência participante do processo. O objetivo é promover a reflexão e o diálogo sobre o case a partir de elementos teóricos e práticos relevantes.

Convidadas

Fernanda Lima – Head de mídias digitais da Samarco Mineração. Fernanda é formada em Comunicação Social  pela UFMG. Fez o curso internacional de Comunicação Organizacional – uma parceria da Syracuse University com a Aberje, e trabalha há cerca de 18 anos com comunicação integrada com experiência nos processos de assessoria de imprensa, comunicação interna, gestão da reputação, comunicação digital e outros.

Flávia Rios – Diretora da agência Rede Comunicação de Resultado. Graduada em Comunicação pela PUC Minas, pós-graduada em Gestão Estratégica de Relações Públicas pela USP e com aperfeiçoamento em Marketing pela Fundação Dom Cabral.

Adelina Martins de La Fuente – Moderadora
Mestre em Comunicação Social – Interações Midiáticas pela PUC Minas, MBA em Administração e Marketing, Bacharel em Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas, Professora e Pesquisadora da PUC Minas. Atua também como assessora na Secretaria de Comunicação da PUC Minas. Tem experiência na área de Comunicação Organizacional, destacando-se, dentre outras, áreas como assessoria de comunicação integrada, planejamento, comunicação digital, reputação, identidade, imagem e cultura organizacional.

ABRACOM

A ABRACOM é a entidade representativa das agências de comunicação corporativa. Conta com mais de 200 associadas em todo o Brasil (presentes em 20 estados). Além de representar os interesses de seus associados, tem como missão promover e valorizar a cultura da comunicação corporativa e institucional por meio de posicionamentos éticos, excelência técnica e adoção das melhores práticas de gestão, contribuindo para a ampliação e fortalecimento do mercado. Sediada em São Paulo, conta com uma diretoria regional em Minas Gerais.

 

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Introdução à Serigrafia

19 de agosto

sábado

coffeebreak incluído :)

10h — 18h

horário


GUAJA

Afonso Pena 2881

10 participantes

máximo


R$ 250,00

Esgotado!

Esgotaram as vagas ou não vai poder participar desta vez? Inscreva-se em nossa lista de espera e vamos entrar em contato assim que novas turmas forem lançadas!

O curso

Explorando a diversidade de materiais e possibilidades da Serigrafia, a oficina propõe uma introdução prática e teórica sobre o tema, passando por todas as etapas do processo até chegar na impressão final.

A ideia é apresentar a Serigrafia – ou Silkscreen – como um processo que vai muito além de ser apenas uma ferramenta de reprodução em série, como é praticada comercialmente em camisas ou peças publicitárias. O grande diferencial da serigrafia são as incontáveis possibilidades que ela oferece, portanto, adotaremos durante o curso uma perspectiva mais experimental, que valoriza texturas, combinações, imperfeições e reações imprevistas, e permite a interferência no resultado final.

Conteúdo

Introdução Teórica

Como funciona a serigrafia?

  •  Apresentação de Materiais + Equipamentos
  •  Etapas do processo
  •  Possibilidades

Introdução Prática

  • Dinâmica: Gravura coletiva
  • Preparação de Matriz: cada participante irá desenvolver seu fotolito em papel vegetal (tema livre)
  • Revelação de telas utilizando a mesa de luz.
  • Impressão das gravuras

Materiais

Fornecidos pelo aluno:

  • Marcadores pretos (também serve: canetão, caneta nanquim ou posca, desde que sejam pretos)
  • Opcional: Rascunhos de desenhos para serem aplicados em serigrafia (formato A5 ou A4)

Fornecidos pelo professor:

  • Telas
  • Tintas
  • Emulsões
  • Papéis
  • Ferramentas e equipamentos complementares para serigrafia

E quem vai ministrar essa experiência?

Lucas Amaral é designer e artista. Teve sua primeira experiência prática com a serigrafia em 2013, durante um intercâmbio na Alemanha, quando começou a entender as inúmeras possibilidades de aplicação e experimentação que a técnica oferece. No ano seguinte montou seu próprio atelier  – o Inventura Studio, que surgiu da oportunidade de potencializar trabalhos de ilustração autoral aplicando ferramentas do design e valorizando os processos manuais, com o intuito de tornar mais acessível a arte e o diálogo que a acompanha.

cargocollective.com/inventura • fb.com/inventurastudio • instagram: @inventurastudio

Observações

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