Desde 2013 empoderando pessoas

O que é o GUAJA?

O GUAJA é um espaço criativo e efervescente de empreendimento, conexão e aprendizado. Com sede em Belo Horizonte, funcionamos como café-coworking em uma casa modernista de 400m², onde empreendedores e criativos embarcam para trabalhar em um ambiente compartilhado.

Mais do que isso, somos também uma plataforma de cursos — presenciais e online — e contamos com uma programação intensa de palestras e workshops.

Como o ócio também tem seu papel no processo criativo, na happy hour passamos a funcionar como bar e hamburgueria. Isso mesmo: muita coisa acontece aqui ao mesmo tempo, e é essa atmosfera pulsante e inspiradora que nos motiva a ir sempre além.

 

Nós criamos uma fruta!

A guaja é uma fruta nativa da região de encontro do Cerrado com a Mata Atlântica. Pequena e de aparência brilhante, sua coloração varia entre o rosa e o roxo e seu sabor refrescante é inconfundível. A guajeira nunca tem apenas uma flor, mas uma inflorescência: suas flores sempre vivem em comunidade, compartilhando o mesmo espaço. Novos brotamentos vão surgindo espontaneamente à medida em que seu rizoma se propaga pelo solo e ocupa novas áreas. Fruto da nossa inspiração, a guaja nos ensina o poder do coletivo e representa a experiência de crescer, criar e trabalhar juntos. Ela foi desenvolvida especialmente pelo nosso próprio Laboratório Criptobotânico: sua concepção gráfica é obra do designer Gustavo Greco, seu cheiro foi criado pela especialista em aromas Daniella Domingues, e seu sabor — que pode ser provado no nosso suco de guaja — desenvolvido pela bartender e mixologista Cibele Guimarães.

O único pé de guajeira do mundo continua sendo aquele original, em Belo Horizonte, mas agora seu rizoma se expandiu e alcançou regiões inéditas e ainda inexploradas. 

De onde surgimos

Desde o princípio, nosso propósito é empoderar pessoas — conectando oportunidades e inspirando ideias. Em 2013, fundamos o Guajajaras: o primeiro espaço de coworking dedicado à comunidade criativa de Belo Horizonte. Em um escritório situado no Centro da cidade, demos início a um movimento de ressignificação das relações de trabalho. Muita coisa mudaria a partir de então, mas uma certeza era clara: o futuro é compartilhado. A ideia era, portanto, fazer as pessoas saírem de suas casas para trabalharem em um ambiente colaborativo.

Foto: Gabriel Castro

As paredes do Centro não mais nos continham. Crescer, mais do que uma vontade, era uma necessidade. Foi quando, em 2015, demos vida ao nosso protótipo: A Alfaiataria. Em um casarão localizado ao lado da atual sede do GUAJA, junto a parceiros queridos, experimentamos um lugar que era coworking, mas também era bar, loja, galeria de arte e estúdio de tatuagem.

foto: Gabriel Castro

Seguimos nosso caminho e, mirando no sonho de uma cidade cada vez mais possível, feita por e para as pessoas, inauguramos o GUAJA “como ele é”, em fevereiro de 2016. Entre aspas porque nós estamos sempre em transformação: de nós mesmos, dos espaços e das histórias que com a nossa se cruzam.

 

Desde 2013 temos a missão de construir um ambiente fértil para que a comunidade criativa de Belo Horizonte se encontre e se conecte. Agora, BH não é mais o limite.

o GUAJA fora do GUAJA

Coworking Pátio Savassi

Em junho de 2017, fomos convidados a compor um espaço de coworking no Pátio Savassi — um dos principais shoppings de Belo Horizonte, localizado em uma região marcada pelo comércio e pelo turismo. Em parceria com a OPPA Design, o Coffeelook, o BeerOrCoffee e a Oficina do Espresso, projetamos a edição pop-up, que funcionou durante três semanas e levou o espírito do trabalho compartilhado para um importante ponto de encontro da cidade.

Foto: Helena Lopes

CASACOR 2017

A 23ª edição da CASACOR Minas também contou com a nossa presença. Em um casarão histórico da charmosa Rua Sapucaí, região central e boêmia de BH, fomos convidados a ocupar um galpão de 420m².

No espaço, ao qual demos o nome de GUAJA Sapucaí, realizamos workshops de fabricação digital, funcionamos como espaço de coworking e promovemos uma programação intensa de painéis que discutiram temáticas relacionadas à arquitetura e às cidades.

Recebemos um público interessado e disposto a pensar, coletivamente, as relações que estabelecemos com os espaços urbanos, e contamos com convidados renomados. Dentre eles, Facundo Guerra, os arquitetos Martin Corullon, Fernando Maculan e Paula Zasnicoff, a diretora artística do Inhotim Maria Eugênia Salcedo, e os professores Ana Paula Baltazar e Roberto Andrés.

Foto: Helena Lopes

Esses foram, sem dúvidas, passos decisivos para nosso projeto de expansão de conteúdo.

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