Centro Cultural para quê?

A cidade está sedenta por espaços que ampliam a experiência humana.

Permita-se ter ideias lúdicas, desligue-se do compromisso com a realidade. O que você quer da cidade? Quais espaços ainda não foram inventados? Ou talvez, quais espaços ainda não se tornaram acessíveis e permeáveis?
Penetre algo vivo, preenchido de gente que experimenta conversar em linguagens diversas: ritmos, sabores, luzes, jogos, imagens, aromas, cores, texturas, movimentos. Um lugar onde coabita em harmonia memórias passadas e projetos futuros, repleto de laboratórios de experiências que impulsionem a criação e o exercício da liberdade.

A Casa do Povo é um centro cultural em São Paulo que revisita e reinventa as noções de cultura, comunidade e memória. Desde a década de 50, resiste e vive um processo aberto e contínuo de construção por todos que a penetram.

E se BH recebesse um novo Centro Cultural?
Para trocar ideias e experiências sobre espaços onde há cultura, convidamos Benjamin Seroussi, diretor da Casa do Povo e membro da equipe curatorial da Vila Itororó, Gleyce Kelly Heitor (CCBB Educativo), Janaína Cunha (Sesc Palladium), Maria Eugênia Salcedo Repolês (Inhotim), e Juliana Braga (Sesc São Paulo).

A ideia é nos alimentarmos de inspirações para inventar e apropriar dos espaços possíveis na cidade.

Calendário

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19h30

Benjamin SeroussiDiretor da Casa do Povo

Gleyce Kelly HeitorCoordenadora pedagógica, CCBB Educativo

Janaína CunhaGerente de cultura, Sesc Palladium

terça-feira, 11 de setembro

Plano piloto do futuro espaço lúdico

BH suspira por espaços verdadeiramente abertos, que integrem o cotidiano da cidade, sejam continuidade dela, e criem diálogos constantes com as pessoas que a habitam.
Quais são as possibilidades de espaços vivos, participativos, livres? Como coabitar em sintonia memórias passadas, projetos futuros, e uma gestão horizontalizada?
“O que se propõe é um museu-vida e não sarcófagos. Um laboratório de experiências, campo de provas visando a ampliação da capacidade perceptiva do homem, exercício continuado de liberdade.”
– Frederico Morais

Maria Eugenia SalcedoDiretora artística, Inhotim

Juliana BragaGerente de Artes Visuais, Sesc São Paulo

quinta-feira, 13 de setembro

Tecnologias Sociais e Práticas Culturais

Precisamos, mais que acumular tecnologias digitais, cultivar e desenvolver as práticas culturais que sejam responsáveis pela criação de ambiências sociais, momentos de encontro, abertura, inclusão, participação não especializada, exercícios de criação e liberdade. Quais são as possibilidades de programas e ferramentas dentro de um Centro Cultural baseados nas tecnologias sociais?

  • Confirme seu interesse e receba instruções e informações direto no seu email:

Onde ocorre

CAMPO DAS PALESTRAS SESC
CASACOR Minas

R. Sapucaí, 383 – Floresta
Belo Horizonte — MG, 30150-050

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