Por dentro do FAZ Makerspace, a casa onde ideias viram realidade

 

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Uma casa onde ideias tornam-se reais. Um corte, um laser, uma medida. Começar! Parece magia, e talvez seja mesmo, essa energia lúdica sempre nos encantou. Construir comunidade e conectar os fios da grande rede que se origina faz parte de nossa essência, mas é sempre válido reforçar. No quesito vizinhança, temos sorte: no mesmo quarteirão onde fica o guaja.cc, existe uma efervescência criativa que abraça gastronomia, coworking, universo maker, moda local e ideias borbulhantes prestes a transbordar para a realidade. Um movimento que acompanha tendências urbanas e de negócios, e que fortalecem a cena empreendedora de Belo Horizonte.

Uma parceria sempre frutífera e surpreendente é com nossos vizinhos do FAZ, o makerspace que fica na casa ao lado. Um lugar para botar a mão na massa, construir projetos e ser protagonista das suas próprias ideias. Você certamente já ouviu falar do movimento Do It Yourself (DIY), ou seja, Faça Você Mesmo. Um dos grandes propósitos do FAZ, idealizado pelo consultor em tecnologia e maker Carlos Ribeiro, é encorajar as pessoas a assumirem o controle de suas ideias, vontades e vida. Primeiro makerspace de Minas Gerais a funcionar aberto ao público, o espaço dedica-se à transformação de ideias em realidade, incentivando o potencial do “fazer” que cada um tem dentro de si.

Pensando na nossa lógica de mercado, onde a maior parte da produção é feita em massa e nem sempre sabemos a procedência dos produtos, o movimento maker é uma verdadeira revolução: projetos autorais e personalizados, produção local, além do empoderamento por poder estar à frente da execução de sua ideia. “Recebemos da mesma forma designers, engenheiros, empreendedores, crianças, hobistas e aposentados. Não existe diferença entre os projetos, o que importa é que as pessoas consigam se realizar através das suas ideias“, explica Carlos. De acordo com ele, o principal desafio do negócio reside justamente em fazer com que as pessoas acreditem que são capazes dessa transformação, de ter ideias e materializá-las.

Outro desafio é também o fato de que a vocação criativa em Minas Gerais vive sendo sufocada pela possibilidade do ganho imediato com o extrativismo. Isso faz com que nossa economia criativa fique limitada e não atinja todo seu potencial. Com o esgotamento do modelo extrativista e com a sociedade chegando ao entendimento de que é necessário um modelo mais sustentável, o FAZ é uma ótima possibilidade de realização e de alinhamento ao nosso estilo de vida e visões de mundo.

O FAZ é, portanto, um lugar de realização, mas não é só uma oficina. O que move o FAZ é a capacidade da sua comunidade criativa, as pessoas que circulam pela casa. E se tem comunidade criativa, tem tudo a ver com o guaja.cc! “Estar ao lado do guaja.cc é importante não só para o FAZ, mas para a cidade. O fato de termos negócios tão focados na economia criativa lado a lado permite que as pessoas entendam um pouco melhor cada uma das vertentes desse trabalho. Assim como o guaja.cc trabalha diversos aspectos da cultura local, o FAZ complementa este trabalho com um foco na inovação mais pesada, trabalhando na criação física.

E não é só isso (tudo!): recentemente, o FAZ passou a oferecer também com salas de reunião e coworking. “O coworking é parte do nosso esforço para ampliar o horizonte de uso do nosso espaço. Agora, as pessoas podem também vir para o espaço criativo mais bacana de BH e aproveitar o clima de inovação para focarem em suas atividades, mesmo que não sejam necessariamente realizadas na oficina“, finaliza.

Quem é que não gostaria de um vizinho tão legal assim? E você, o que quer criar hoje? Não deixe de conhecer o espaço, a proposta e se inspirar com o universo maker. Depois, aproveite para nos fazer uma visita e tomar um café. Será um prazer!

Autor
A paixão pela palavra escrita, falada ou não-dita fez de mim jornalista e publicitária pela UFMG. Sou uma das mentes criativas do time de Comunicação do GUAJA: aqui dou vida às ideias, nomes às coisas e cores às palavras. Quer contar uma história ou dar play em um novo projeto? Me chama que eu vou. Da produção cultural ao conteúdo digital, me redescubro nos encontros, e nos desencontros me reinvento. Sempre além.

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