Autor
Adriana Barbosa

Psicóloga, com formação em psicanálise, e jornalista. Escrevinhadora pelo interesse absoluto nas palavras como tentativa de pura ressignificação. A letra não é literária, sabe-se tão somente forte e intuitiva e propulsora ao pensar livre. O desejo é o da conexão com leitores dispostos aos textos abertos. Pretende-se ascender à dúvida, ampliar entendimentos, promover análises, libertar o ponto o final de sua predestinação.

artigos de Adriana Barbosa

7 junho — amor
Tarde piaste: encontros pós-desconstruções

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Tarde piaste, talvez, amor do passado, que no presente não o apreendo com o mesmo frescor. Ou foi-se o tempo ou fomos nós que não mais passamos por dois atores nos papeis que vestíamos.

2 min

26 abril — amor + vida contemporânea
Em nome do pai, da filha e do édipo

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Entrei em análise, pois, pelo ponto inaugural e revelador do mais que amor ao meu pai. Foram anos entre divã e devaneios à palavra que se paga a cada sessão. Vários personagens desfilaram e foram acolhidos pela prática da escuta, lançados a seus significantes e retornando por lugares onde deitar, acomodar e ler o desejo.

2 min

Quando a palavra falta, não se mate

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Parece-me razoável a lógica de que não-gostamos- daquilo-que-não-entendemos. Àquela altura, esse entendimento, em parte controverso em parte preguiçoso, foi o que apontou o caminho amoroso em direção às palavras.

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18 janeiro — amor
Dos embates estruturais e reais do não amor

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Em tempos de desvios e deformações morais, do descompromisso com o desejo e da ausência de ética nas relações, pensar o amor é romper as fronteiras da estrutura faltante e incompleta que constitui o sujeito e acrescentar a este o peso de uma sociedade que caminha a passos largos para a desqualificação dos reais valores que constituem os relacionamentos.

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28 dezembro — amor + vida contemporânea
É só mais um ano para o bem ou para o mal

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Não há clichê maior do que a constatação de que o ano voou. Aí chegamos, uma vez mais, e rapidamente, ao ponto recorrente: o ano voou. Reflexões sobre o tempo nas suas variáveis objetivas e subjetivas são previsíveis, como presumível é a conclusão: o ano voou. E agora?

2 min

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