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Chão que eu piso

Idealizado pelas jornalistas Paola Carvalho e Raíssa Pena em 2013, o projeto vem catalogando fotos de pisos encontrados em construções históricas de todo canto do mundo. Já são mais de 250 histórias e 12.000 registros de pisos enviados por colaboradores de vários países, como México, Polônia, Vietnã, Marrocos, França, Itália e Estados Unidos. A ideia é não apenas destacar a beleza estética do chão, como também chamar atenção para as histórias que esses pisos testemunharam e o estilo que eles carregam. Se juntou, em 2016, ao projeto Casas de BH para lançar o livro Casa e Chão — Arquitetura e Histórias de Belo Horizonte.

artigos de Chão que eu piso

3 dezembro — arquitetura
Casa Ateliê, alma e história

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A Casa Ateliê, na rua Gonçalves dias, no bairro Santo Agostinho, é a de número 15 no livro Casa e Chão – Arquitetura e Histórias de Belo Horizonte. Construída em 1943, ela tem várias características originais ainda preservadas, como o piso de parquet com madeiras de peroba-do-campo rosa, jacarandá e pau-marfim. Nesta série para o […]

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17 outubro — arquitetura
Belo Horizonte: histórias encontradas no chão

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São raras hoje as casas preservadas no coração da capital. Um expoente, que se divide entre o Centro e o Funcionários, está na avenida Álvares Cabral. Erguido em 1903, o casarão tem projeto de Edgar Nascentes Coelho.

3 min

29 agosto — cidade
Ladrilho hidráulico: uma história e muitas facetas

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No término do século XX designers de interiores percorrem o que restou dos pisos de varandas, cozinhas, banheiros, salas de jantares e corredores de habitações do final do século XIX e primeiras décadas dos novecentos. Inspirados pela profusão de cores e traços do neogótico, do art nouveau e do art déco dos ladrilhos hidráulicos de ontem, recriam o décor de espaços privados da atualidade.

6 min

16 julho — cidade
Em uma cidade, várias cidadelas

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Belo Horizonte tem como valor não uma paisagem homogênea, referenciada em um tempo, mas ruas, praças, casas e edifícios, que expressam vivências diversas presentes na heterogeneidade de seus lugares. Preservar seus produtos culturais por meio da materialidade e subjetividade proporciona novos caminhos para compreender seu patrimônio cultural e sua história.

2 min

22 maio — cidade
Casas do início do século XX na Savassi deixam legado histórico

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A Savassi é uma das regiões mais tradicionais da capital e, portanto, com muitas histórias para contar. No livro Casa e Chão: Arquitetura e Histórias de Belo Horizonte, os projetos Casas de BH e Chão Que Eu Piso se uniram para revelar algumas preciosidades.

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6 março — arquitetura + cidade
Rua Célio de Castro, Floresta: detalhes de memórias

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Da varanda da casa da Rua Célio de Castro, no bairro Floresta, o olhar atravessa o Centro e só para na Serra do Curral. Como sugere o desgastado ladrilho sob os pés, suspeita-se que infinitas histórias já foram vividas ali — e a partir dali.

3 min

26 janeiro — arquitetura + cidade
Pisos guardiões de histórias: bairro Lagoinha

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Fora dos limites planejados para BH, o bairro Lagoinha foi formado principalmente por imigrantes italianos, que vieram para trabalhar na construção da nova capital de Minas Gerais, no final do século XIX e início do XX. No “cantinho da velha Itália”, operários ergueram suas casas.

3 min

15 dezembro — arquitetura + cidade
Pisos guardiões de histórias

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“Mandamos e-mail, telefonamos, tocamos a campainha, batemos palmas, gritamos ‘ô de casa'”. Os projetos Chão Que Eu Piso e Casas de BH se juntaram

4 min

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