Autor
Luana Simonini

As histórias me escorrem pelos dedos num plural que não caberia na primeira pessoa. Não poderia me limitar ao eu se me vejo nas memórias do outro, tão espelho, tão nós. Nas esquinas tortas dos outros, na contramão do óbvio, me vi escritora, tão obediente às palavras quando nós somos às histórias do que queremos ser. Da redatora graduada em Publicidade (Unibh) e em Letras (UFMG), tão habituada em transformar marcas em pessoas (Petrobras, Direcional Engenharia, Grupo Seculus, Itambé e, hoje, MaxMilhas), sou recém-nascida das palavras pela publicação do meu primeiro livro: Controverso – Histórias que Beliscam.

artigos de Luana Simonini

18 junho — vida contemporânea
A luta me pariu

por

Mães são mulheres e, acredite, o patriarcado nos faz esquecer o óbvio. O papel social da mãe
é muito mais pesado do que uma propaganda da década de 90 faz parecer. A maternidade
que a gente conhece é machista e talvez isso já não seja novidade para você.

3 min

O que nunca me disseram sobre o ócio

por

Habituada à agenda lotada, depois que renasci mãe, todos os dias se tornaram domingo. Não me refiro ao domingo ensolarado, com ares de churrasco e cerveja gelada (saudade!), mas, sim, ao dia preguiçoso, depois de uma semana cheia, com o corpo cansado e sem horário para almoçar. A culpa me maltrata como se não pudesse aproveitar nunca a bênção do ócio.

2 min

Renascer

por

Como uma mãe recém parida de um parto normal sem anestesia (por escolha, por protagonismo e por natureza), ressignifiquei tudo em mim. Parir dói, dói muito, mas existe uma beleza que vai além do rito ou do simbolismo da chegada de alguém ao mundo.

2 min

26 fevereiro — vida contemporânea
Observar é agir

por

Imediatista e prática, dessas que só pensa depois que fez, me vi à deriva nos últimos meses. Justo eu, que me ouço tanto pelo texto, me vi em silêncio nas letras e nas palavras. Não sei, mas passei a exercitar a observação calada sem perceber.

2 min

9 janeiro — amor + arte & cultura
O texto e o tempo para uma cerveja

por

As histórias nos transformam em espelhos. O texto tem essa capacidade. Por abrigar uma memória de alguém, as palavras conseguem nos deslocar para o nosso próprio tempo. Num poema, conto, verso, música, colocamos nossos sentimentos e sentidos à disposição. Aquele passado, perpetuado pela tinta e papel, ou pelos caracteres num post do Facebook, se torna o presente de quem lê.

2 min

cursos de Luana Simonini

Workshop
Escreva-se: o despertar da escrita pelo sentimento

por

A partir das próprias experiências, a proposta é mostrar com as letras podem ser acolhedoras, e como a criatividade exige o sentimento antes mesmo da ideia.

03 mar
6 × R$ 52

Workshop
Escreva-se: o despertar da escrita pelo sentimento

por

A partir das próprias experiências, a proposta é mostrar com as letras podem ser acolhedoras, e como a criatividade exige o sentimento antes mesmo da ideia.

02 dez
6 × R$ 52

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