Autor
Paulo Bellonia

Formado na área de processamento de dados – pela universidade Fumec – trabalhei nos últimos 15 anos na área comercial de empresas de tecnologia, mais especificamente com rastreamento veicular. Nesse segmento, atuei no mercado nacional e internacional, chegando à vice-presidência de uma empresa italiana – segunda maior do setor no mundo. Há dois anos resolvi mudar o curso das coisas e fazer algo que fosse para o bem comum e ficasse como legado para os meus filhos. Então criei a SaveCerrado, uma organização de preservação e recuperação do cerrado mineiro.

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30 julho — negócios
O cerrado pede socorro

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Segundo os estudiosos, o cerrado perdeu 46% de sua vegetação nativa, e só cerca de 20% permanece completamente intocado. Até 2050, no entanto, pode perder até 34% do que ainda resta.

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