Se amar fosse proibido

 Foto: Everton Vila via Unsplash

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Imagine só, meu Deus, se amar fosse proibido. Pra resolver a questão, só colocando grade no mundo inteiro. Ia mãe, filho, vó, sobrinho, torcida, cachorro, ia pai, namorado, esposa, marido, ia irmã, ia amigo, ia desconhecido, padre, poeta, ia até polícia pra prisão. Sem cabimento, meu Deus, proibir o amor seria proibir sorriso, suspiro, beijo de verdade, brilho no olho, álbum de figurinha, toque afetuoso, clichê, colo, aconchego, acalento, lágrima seguida de outro sorriso, saudade e até aquilo que não se explica.

Acaba o amor acaba Vinícus, acaba Tom, Chico, acaba Cartola, Carlos, Guimarães, verso, prosa, romance, acaba melodia, letra, música. Acaba Cinderela, Bela Adormecida, o príncipe, acaba até conto de fada. Acaba amor, adeus, dor de amor. Mundo sem amor, meu Deus, é mundo sem azul. Pois o amor colore e colore até de vermelho.

Amor arrepia, amor conforta, amor é de graça, amor não escolhe, amor se cria, amor cultiva, amor nasce, assim, de repente, amor surpreende, amor perdoa, amor alimenta, amor chega e vai, amor chega e fica…

Ai, meu Deus, amor é uma coisa boa que acontece dentro da gente.

*Texto escrito em homenagem à minha avó Tana.

Autor
Jornalista e celebrante de casamentos na Amor Sempre Vivo. Acredito em três verdades absolutas: pessoas precisam ser ouvidas, histórias precisam ser contadas e a razão para nossa existência está em amar e ser amado. É por isso me tornei mais do que jornalista, uma jornalista que conta histórias de amor. Tive clareza desse propósito quando eu e Pedro celebramos nosso próprio casamento. Depois daí não parei mais. Aqui, a repórter dá vazão a tudo aquilo que faz o coração pulsar e mantém o amor sempre vivo.

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